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| Os adolescentes estão cada vez mais online. |
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Uma visão particular de quem tenta enxergar os corredores da internet e suas imagens.
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domingo, 25 de setembro de 2011
Internet e a classe C
O internauta que morava em uma lanhouse, já está se mudando para uma nova morada. Hoje, ele já pensa em contratar o serviço de banda larga para o PC de sua casa e assim mudar-se definitivamente para lá. O poder de compra do brasileiro de alguns tempos pra cá, já permite realizar hoje o que era um sonho ontem; ter internet rápida em casa. A classe C, também chamada de emergente, é a única que continua a crescer de acordo do com a Fundação Getúlio Vargas. Isso siginifica que a internet é cada vez mais presente nestes lares. Hoje os adolescentes da classe C já tem notebooks, celulares plugados às diversas redes sociais da internet, tablets e toda tecnologia que antes, o acesso era restrito. Conheço uma garota que, em menos de seis meses adquiriu todos estes produtos (ganhou do pai). "O que eu só via no computador da lanhouse, agora eu tenho em meu quarto. Só minha amiga tinha internet rápida em casa. Quando tínhamos trabalho da escola íamos pra casa dela, ou então em uma lanhouse. Hoje posso fazer tudo isso em meu laptop." Me contou uma adolescente de 15 anos.
O politicamente correto no mundo virtual.
Acredito que este termo "Politicamente Correto", não se encaixa muito à realidade virtual. Afinal, o que é politicamente correto? De acordo com a Wikipédia, é uma política que consiste em tornar a linguagem neutra em termos de discriminação e evitar que possa ser ofensiva para certas pessoas ou grupos sociais. Apesar de muitos tentarem ( e outros nem darem a mínima importância), isso não é o que acontece tanto no mundo virtual, quanto no mundo real. Vivemos em um tempo, em que não sabemos se o "politicamente correto" é realmente real, ou se trata de alguma hironia (mas ironia não começa com h, este h é de hipótese). Mas é aí que está o X da questão, muitas vezes é necessário uma dose de ironia, para realçar a ideia do politicamente correto. O problema, é quando esta dose irônica é um pouco exagerada tornando-se banal. Quando isso acontece, a banalidade se torna (em meu ponto de vista) o politicamente incorreto, que é o que vemos todos os dias, em todos os lugares e, o pior; cada vez com mais frequência.
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| Pessoas observam e registram em celulares a foto do corpo de um homem. |
quarta-feira, 15 de junho de 2011
Você sabe que dia é hoje?
Hoje, são quinze dias do mês de junho, do ano de dois mil e onze. Sabemos esta resposta graças a invensão do Calendário. O primeiro calendário da humanidade é o Egípcio, que surge por volta de 3.000 a. c., mas existem vários tipos de calendários:
- Asteca
- Babilônico
- Chinês
- Egípcio
- Grego
- Gregoriano
- Hindu
- Inca
- Indigena
- Judaico
- Juliano
- Lunar
- Maia
- Maçônico
- Mulçumano
- Permanente
- Positivista
- Revolucionário Francês
- Romano
- Solar
- Universal
Mas, respondendo a pergunta que dá título a este post, hoje é dia de eclipse lunar. Aí você pergunta o que isso tem haver com este blog que fala sobre imagens? Te respondo: imagem é tudo, mas é legal sabermos um pouquinho do que vamos fotografar. Não é?
domingo, 12 de junho de 2011
Ver pra crer.
Será que cremos em tudo que vemos? Ou cremos porque estamos vendo? Acredito ser a segunda opção, mas nem tudo que vemos conseguimos acreditar . Ou você acredita em tudo que vê? A internet está cheia de coisas que imaginamos ser, que não é.
Desde a criação ou advento da fotografia digital, sua credibilidade não é a mesma. Não estou dizendo que antes, com a fotografia analógica, não havia manipulação. Isso sempre existiu, mas hoje é muito mais fácil ver fotos inverídicas. A internet nos proporciona isso. Não estou dizendo que a internet é uma disseminadora de falta de ética. Penso ao contrário, a internet é um campo livre. Nela, além de encontarestas fotos (inverídicas), posso pesquisar, encontrar e saber quais são. E,se pesquisar mais um pouco é possível descobrir como foi feito essa manipulação. A internet é um campo vasto. Mas também tem leis.
Em 2010, o fotógrafo Stepan Rudik recebeu o prêmio de terceiro lugar na categoria esportes com a imagem “Stree fighting, Kiev, Ukraine”. A foto mostra uma mão sendo enfaixada. No entanto, o fotógrafo foi posteriormente desqualificado. O motivo: Rudik manipulou a fotografia original, apagando um pé que aparece entre o polegar e o dedo indicador. A foto inscrita no concurso foi a pb.
Ele apagou o pé, mas cada um pode ter seu julgamento. Você acha que foi o pé que interferiu na interpretação da foto?
Desde a criação ou advento da fotografia digital, sua credibilidade não é a mesma. Não estou dizendo que antes, com a fotografia analógica, não havia manipulação. Isso sempre existiu, mas hoje é muito mais fácil ver fotos inverídicas. A internet nos proporciona isso. Não estou dizendo que a internet é uma disseminadora de falta de ética. Penso ao contrário, a internet é um campo livre. Nela, além de encontarestas fotos (inverídicas), posso pesquisar, encontrar e saber quais são. E,se pesquisar mais um pouco é possível descobrir como foi feito essa manipulação. A internet é um campo vasto. Mas também tem leis.
Em 2010, o fotógrafo Stepan Rudik recebeu o prêmio de terceiro lugar na categoria esportes com a imagem “Stree fighting, Kiev, Ukraine”. A foto mostra uma mão sendo enfaixada. No entanto, o fotógrafo foi posteriormente desqualificado. O motivo: Rudik manipulou a fotografia original, apagando um pé que aparece entre o polegar e o dedo indicador. A foto inscrita no concurso foi a pb.
Ele apagou o pé, mas cada um pode ter seu julgamento. Você acha que foi o pé que interferiu na interpretação da foto?
terça-feira, 5 de abril de 2011
Divisor de águas
Pode parecer tarde, mas a internet surgiu em minha vida no ano 2.000. Na época, fui convidado a integrar a equipe de jornalistas da Agência Interior (uma agência de notícias na internet, algo parecido com o Terra nos dias de hoje) como repórter-fotógrafico em Rio Preto. Um grande desafio, pois aquilo que a mim era novidade (internet), se tornou um grande salto profissional.
A fotografia digital até então era algo desconhecido profissionalmente, afinal de contas era um investimento alto e, naquele momento não necessário. O tempo passa e como tudo, as coisas evoluem e nós, devemos acompanhar. Aquilo que era desconhecido, hoje é indispensável e motivo para novos estudos. Qual é o fotógrafo que não tem um site? Um blog? Ou alguma maneira de divulgar seu trabalho na rede? Aquele que não tem pode ter certeza que pensa em ter. Se não fizer, tá ficando pra trás. Não sou nenhum especialista na área, mas a realidade é esta. Aos poucos tento me firmar em pé em um caminho que estou engatinhando.
A fotografia digital até então era algo desconhecido profissionalmente, afinal de contas era um investimento alto e, naquele momento não necessário. O tempo passa e como tudo, as coisas evoluem e nós, devemos acompanhar. Aquilo que era desconhecido, hoje é indispensável e motivo para novos estudos. Qual é o fotógrafo que não tem um site? Um blog? Ou alguma maneira de divulgar seu trabalho na rede? Aquele que não tem pode ter certeza que pensa em ter. Se não fizer, tá ficando pra trás. Não sou nenhum especialista na área, mas a realidade é esta. Aos poucos tento me firmar em pé em um caminho que estou engatinhando.
A internet taí pra isso e muito mais. É necessário entender esta ferramenta e tirar o melhor proveito dela. Sem saber, a internet foi um divisor de águas em minha vida. Digo que sou dependente da rede e de suas inúmeras possibilidades. Então pergunto: É possível um mundo sem internet?
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| Qual é a dúvida? |
segunda-feira, 7 de março de 2011
Da prata ao megapixel.
Tudo começou em 1.839 quando Daguerre descobriu como fixar a imagem que Niépce havia reproduzido. Ou por melhor dizer, a fotografia. De lá pra cá, ela evolui muito. Hoje em dia podemos (infelizmente ou felizmente, não sei) dizer que qualquer pessoa é um fotógrafo, afinal de contas a fotografia hoje é muito popularizada. Quase todo mundo tem uma câmera digital ou um celular com câmera.
Voltando um pouco no tempo, em 1.880 foi publicada a primeira fotografia em um jornal e, mais tarde no século XX, esta prática tornou-se comum para jornais e revistas. Mas não é preciso ir tão longe. Me lembro de colegas fotógrafos, contarem como era a saga para transmitir uma fotografia. Fotografar, revelar, ampliar em papel e correr atrás de algum lugar que tivesse um aparelho de telefoto (espécie de aparelho com um cilindro, tipo fax, muito utilizado para transmissão de fotos na década de 90) e consequentemente linha tefônica. Somente desta forma era possível publicar a fotografia de um fato ocorrido em outro local (como um jogo de futebol por exemplo).
Com o advento dos equipamentos digitais, esse processo que demorava de 10 a 20 minutos (dependendo da linha telefônica é claro), hoje é feito em segundos. Ao mesmo tempo que algo é fotografado, já é transmitido para qualquer lugar do planeta, através de sistemas wireless, wi fi ou simplesmente internet. Após um click, em segundos a foto já é vista na tela do computador em qualquer lugar do mundo.
Portanto, porque vou ler ou ver amanhã o que posso saber agora?
Pra quem quiser saber mais: evolução da fotografia.
Voltando um pouco no tempo, em 1.880 foi publicada a primeira fotografia em um jornal e, mais tarde no século XX, esta prática tornou-se comum para jornais e revistas. Mas não é preciso ir tão longe. Me lembro de colegas fotógrafos, contarem como era a saga para transmitir uma fotografia. Fotografar, revelar, ampliar em papel e correr atrás de algum lugar que tivesse um aparelho de telefoto (espécie de aparelho com um cilindro, tipo fax, muito utilizado para transmissão de fotos na década de 90) e consequentemente linha tefônica. Somente desta forma era possível publicar a fotografia de um fato ocorrido em outro local (como um jogo de futebol por exemplo).
Com o advento dos equipamentos digitais, esse processo que demorava de 10 a 20 minutos (dependendo da linha telefônica é claro), hoje é feito em segundos. Ao mesmo tempo que algo é fotografado, já é transmitido para qualquer lugar do planeta, através de sistemas wireless, wi fi ou simplesmente internet. Após um click, em segundos a foto já é vista na tela do computador em qualquer lugar do mundo.
Portanto, porque vou ler ou ver amanhã o que posso saber agora?
Pra quem quiser saber mais: evolução da fotografia.
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| Jornalistas se aglomerarm na cobertura da visita do Papa Bento XVI à Aparecida-SP. |
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Imagens mundiais com apenas um click no mouse.
Quem foi que disse que para ver uma galeria com o melhor da fotografia mundial é preciso estar em São Paulo, Rio de Janeiro, Paris, Dubai, Tóquio ou qualquer outra grande metrópole do planeta? Não é necessário sair de sua casa para fazer isto, mas se quiser, dê um pulo ali no café da esquina. Lá há wireless e, ali mesmo é possível (através de vários sites), ver todas aquelas imagens que, antigamente só era possível conhecermos através de livros e revistas do gênero.
Já ouviu falar de Jeanloup Sieff ou Pedro Martinelli? Se a resposta for sim, posso lhe indicar outros endereços, algo mais próximo, como é o caso dos sites do Edson Baffi e Toninho Cury, conhecidos fotojornalistas de nossa cidade. Conheci também o blog de um outro fotojornalista. O nome dele é Edvaldo Santos repórter-fotográfico de um jornal aqui da cidade. Ele não é tão conhecido como os outro fotógrafos que citei, mas conheci seu blog e achei muito interessante.
É por isso que costumo dizer que, a internet é uma fonte de conhecimento ilimitado. Basta clicar que o mundo aparece na tela de nosso computador. Ou seja, ao mesmo tempo que posso estar apreciando fotos de conceituados fotógrafos mundiais, posso também conhecer o trabalho de um vizinho que mora no quintal de minha cidade.

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